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domingo, 22 de agosto de 2010

É como estar na praia...


Dá aquela sensação ruim de estar fora do seu lugar, aquele vazio por dentro, como se estivesse faltando algo;
O corpo está cansado, a gente dorme em horas erradas, ou então nem dorme...
Você olha para as pessoas, há muitas, mas nenhuma que te conheça tão bem;
É como estar na praia, mas não há mar e nem areia. Não há nada belo, mas continuo esperando a maré baixar.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ctrl + C; Ctrl + V


Hey!
Quanto tempo sem vir aqui :O
Mesmo sendo um pouco trabalhoso, senti falta de escrever no blog!
Sei que falta de tempo não é uma boa desculpa, já que tive férias da escola, e tudo mais. Talvez má distribuição do tempo seja um bom motivo. Ou não...Enfim, a verdade é que voltei e tanto faz o porque!
Na verdade, eu nem ia voltar aqui hoje. Deveria nesse momento estar estudando, ou fazendo alguma tarefa. Mas achei que esse post podia ser necessário e breve.
Bom, acho que todo mundo já sentiu a sensação de estar sendo copiado por alguém e sabe o quanto isso é ruim. Pode parecer legal, pode parecer sinônimo de popularidade, mas não é nada legal quando você vê seu amigo chegando na escola com um tênis igualzinho ao seu, né?
Na realidade, não sei o objetivo de quem sente vontade de copiar. Talvez seja se tornar igual à outra pessoa, ou chamar a atenção dessa pessoa...Sinceramente, não sei. O fato é que, posso garantir, não é o melhor meio para isso.
Em primeiro lugar, ninguém é igual a ninguém e nem deve ser. A "graça" da convivência entre os seres humanos está exatamente nas diferenças existentes entre um e outro.
E depois, como é possível chamar a atenção de alguém fazendo uma coisa que não agrada ao dito cujo?! Dispensa respostas...
Não sou do tipo de pessoa que usa o blog pra julgar pessoas ou comportamentos, só estou escrevendo sobre isso, porque tenho visto vários exemplos ultimamente e não vi sentido em nenhum deles.
Se você admira alguém, faça referência a outras pessoas, faça elogios ou qualquer coisa do tipo. Como já disse, copiar não é um bom meio para levar você a lugar algum!
Não vou chorar, nem espernear caso alguém me copie. A única coisa que me virá a mente é o quão vazia essa pessoa.
Vazia em vários sentidos, os quais citarei abaixo:
- Por não apresentar qualquer tipo de criatividade
- Por deixar ocultar a própria personalidade e deixar sobressair a de outra pessoa
- Por achar absolutamente normal copiar sem apontar referências
- E por vários outros motivos, um tanto quanto impróprios para postar aqui.
Enfim, eu não descobri nenhuma nova América. Todo mundo, se pensar um pouquinho, descobrirá isso. Isso e muito mais coisas. Coisas legais e interessantes, basta usar a PRÓPRIA mente e as PRÓPRIAS ideias.
Sem mais,
sem cópias.
See you :*

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Aham, aham, I like it! ♫


Na falta de um diário, vim aqui mesmo...
Na verdade, acho que pode ser até melhor escrever aqui, onde mais pessoas possam ver...
Bom, ainda posso desistir desse post!
Enfim, queria falar sobre as coisas de que eu gosto. E como gosto.
Sim, sim, parece meio egoísta, mas estive pensando: Se eu soubesse do que cada pessoa gosta, seria bem mais fácil a nossa convivência. Então, começo aqui uma luta pela exposição de gostos e preferências individuais. Brincadeirinha, não é pra tanto!
Uma coisa que eu gosto muito, por exemplo, é de ouvir a seguinte pergunta: "Por que você está feliz hoje?". Gosto dessa pergunta com uma condição: Não pode haver motivo algum. Gosto de demonstrar felicidade diariamente sem, necessariamente, ter ocorrido algo grandioso! Em um bom português, gosto que as pessoas pensem que sou feliz à toa! Posso comentar isso em um próximo post, mas já adianto que, para mim, não é À TOA!
Continuando, gosto também de quando elogiam minha família...Quando dizem que eu e meu irmão nos damos muito bem, quando dizem que minha mãe é fofa comigo, etc. Gosto disso porque é a MINHA família, é com eles que sempre aprendi e sempre vou aprender tudo! Então, se a nossa relação é boa, é isso que vou passar pra frente, não é? É o que eu espero...
Ah, outra coisa que me encanta muito, é quando pessoas me escrevem! Não quando me mandam um depoimento no orkut... Quando me fazem uma carta escrita a mão! Significa que alguém reservou um tempo pra me preparar um carinho. Acho isso tão bonito e ninguém fala mais em cartas hoje em dia. Uma vez, me disseram que podemos perceber o que uma pessoa está sentindo pela maneira como escreve e pela sua letra. Achei isso besteira, mas comecei a reparar e percebi que é pura verdade! Dá pra saber quando a pessoa está caprichando, quando está nervosa, quando está querendo enrolar...
Tem mais uma coisa que queria colocar aqui. É muito importante, talvez a mais importante de todas. Eu gosto MUITO que sorriam pra mim. Gosto de ver rostos felizes, sorrisos beeem grandes mostrando os dentes! Acho que nem consigo explicar isso, mas sei que tenho um prazer imenso em fazer as pessoas sorrirem! É demais, demais mesmo. Eu não estou exagerando!
Bom, é claro que existe 1 milhão de coisas mais que eu gosto, mas acho que essas são as importantes de serem esclarecidas, mostradas a outras pessoas. Minha intenção com esse texto, não é ficar rodeada de perguntas fofas, cartas e sorrisos essa semana. É aquilo que escrevi no começo. Saber de coisas pequenas pode facilitar a convivência, o que é, de fato, muito importante!
Vejo vocês na próxima.
E, claro, espero que tenham gostado!

domingo, 30 de maio de 2010

Aprecie com moderação.


Boa tarde, como vão vocês?
Sei que, de alguma maneira, bem! :D
Ontem, meu bom amigo @GabrielJSantos me sugeriu um tema. Confesso que nunca tinha pensado em escrever sobre isso, mas, vem cada vez mais me parecendo uma coisa necessária discutir sobre isso. Isso, no caso, seria o fanatismo que certas pessoas adquirem por cantores, atores, enfim, pessoas famosas.
Peço desculpas desde já, meu objetivo nunca é atingir ou ofender qualquer pessoa.
As team Britney @anabazillo, @lumoretto e #DaniFernandes. As teamTwilight @rafapm7 e @biiapfreitas. Os team Gaga @lucasfajardo @anafronio e @lucassssBispo . Todos meus amigos, todos tem o direito de pensar e agir como bem quiserem. Esse texto não é direcionado a nenhum de vocês especificamente. E não, o twitter não está me pagando! RS
Bom, todos nós temos ídolos presentes na mídia. A música por exemplo... Há pessoas tão talentosas por aí e não há nada de estranho nem errado em gostar delas.
Mas, como tudo nessa vida, isso tem limite. Um deles, acaba onde começa a privacidade do ídolo.
Assédios, ligações intermináveis, fotos sem fim. Isso é desgastante. Ninguém merece uma multidão de pessoas impedindo a sua passagem, e com isso, impedindo que você siga uma vida normal!
Outro ponto é o desentendimento com pessoas próximas, tendo como motivo pessoas distantes (ídolos). Um ídolo é alguém que deve nos impressionar pelo talento que tem e NADA mais. Assim como você tem direito de adorar alguma pessoa famosa, outra pessoa tem o direito de odiá-la.
A fofoca, por exemplo. Tanta gente vive falando mal das outras, e isso está se tornando normal. Já, quando algum fala mal do talento de um ídolo, sai até tapa! É SÉRIO.
Não é brincadeira isso, não podemos confundir as coisas. Como sempre, escolher prioridades. Não é saudável ter um ídolo acima de DEUS, DA SUA FAMÍLIA, DOS SEUS AMIGOS. Um ídolo está distante, e continuará fazendo seu trabalho sabendo ou não da sua existência. Já Deus, seus familiares e amigos, sabem bem da sua existência e ainda cuidam dela! Sendo assim, não merecem desprezo diante do seu gosto.
Volto a lembrar. Não há nada de mais em ter ídolos. Só há algo de errado quando não se tem consciência.
É isso,

beijos de uma fã ♥

terça-feira, 18 de maio de 2010

Sob medida


Boa noite!
Hoje pretendo ser breve por aqui. Já faz um tempo que estou à frente dessa tela, o que começa a me cansar.
Sendo assim, começo sendo direta e explicitando o tema do excerto: O modismo.
A moda é uma coisa inevitável em nossas vidas. Vai e vem diante de nossos olhos. Só cabe a nós, dentro de certo limites, optarmos entre segui-la ou não.
Os limites que falei, começam no estilo de cada um, e terminam na percepção do ridículo. Isto é, é normal seguir à moda, desde que isso não altere sua identidade e/ou personalidade, e também, desde que a moda não faça de você um palhaço.
E sim, isso é possível.
A moda faz de palhaços, todos aqueles que aderem a cada ordem por ela dada. Faz de palhaços aqueles que Foram hippies nos anos 70 e hoje são emos.
Deu pra entender?
Se a cada semana sigo um estilo, eu não sou da moda. Sou um palhaço da moda.
Pensando bem, acho que marionete seria um termo mais adequado... Já que demonstra manipulação e ausência completa de autocontrole.
Para cumprir o que disse no começo, sobre a brevidade desse texto, já termino por aqui com a seguinte conclusão:
A moda é tão bela quanto desnecessária para nossa sobrevivência. Em hipótese alguma, devemos pré-julgar pessoas que não a seguem à risca. Quanto às que seguem, fica aqui uma dica. Uma indicação para que tenham prioridades em suas vidas. Que dêem mais importância a coisas que contribuam para uma vida melhor. Seguir moda atrás de moda, não te fará crescer como ser humano. Agora, se esse não é o seu objetivo... Não absorva nada sobre o que escrevi.

Por hoje é só,
um beijo ♥

P.S: Estou querendo mudar o link do blog para qualquer um que seja mais curto e simples. Caixinha de sugestões aberta.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Até quando?


Boa tarde!
Como andam meus caros leitores? Muito frio por aí? Posso imaginar...
Bom, o tema que me traz hoje aqui pode parecer um tanto quanto chato só porque já o estudamos em sala de aula. Pode parecer também, coisa do passado, que não se deve tratar em um blog. Contudo é sobre seus reflexos no nosso presente que venho vos falar.
Exatamente há 122 anos, em 13 de maio de 1888, Foi sancionada no Brasil, a lei áurea. Essa lei foi assinada pela, conhecida por nós, princesa Isabel e consistia na abolição, isto é, extinção da escravidão no nosso país.
Hoje em dia, vemos essa data como um marco histórico, já que extinguiu uma fase tão cruel e escura da realidade brasileira. Então, vim aqui pra lembrar a vocês, para que vocês possam comemorar felizes e com entusiasmo. Afinal, o Brasil se tornou um país equilibrado e em harmonia, não é verdade? Não. Infelizmente, não é verdade.
Os resquícios que a escravidão (e seu prolongamento) deixaram incomodam até hoje a nossa sociedade. Digo prolongamento, pois entre 13 de maio de 1888 e a "chegada" verdadeira da mão-de-obra assalariada, passaram-se tempos...
Ou alguém aí estava pensando que no dia seguinte, todos os ex-escravos estavam bem empregados? Nem no dia seguinte, nem na semana seguinte, nem no século seguinte. Descendentes de negros e escravos foram e ainda são, mesmo que com menos intensidade, muito desprezados e discriminados.
A abolição da escravidão, para quem enxerga as coisas superficialmente, é vista como motivo de festa e alegria. Porém pensemos: Um negro, que servia como escravo a seu senhor. Com a abolição, como seguiu sua vida? Seu senhor começou a lhe pagar um salário? Ou um outro senhor preferiu contratar ele ao invés de um imigrante italiano que estava de chegada? Nem uma, nem outra coisa. Esse negro, ou continuou como escravo ou foi jogado na rua. Sem casa, emprego ou quaisquer mínimas condições de vida.
E é esse descendente de escravo que você encontra hoje pedindo esmola, juntando latinhas, roubando... E como culpá-lo? Quanto já não roubamos dele? Como sempre digo, cabe a nós usufruir bem do nosso bom senso, ao julgarmos essas situações...
Continuando, não posso deixar de citar as vozes que, antecipadamente, já ouço me questionando: "Mas, Liza, eu conheço um negro empresário que ganha super bem!"
Ah, é? Você conhece um? E quantos brancos ricos você conhece?
"Liza, o presidente dos EUA é negro!!!"
O primeiro! Em 2009, século XXI, o primeiro presidente negro dos EUA! E, ao meu ver, parece estar embranquecendo, se é que me entendem e sem nenhum preconceito, é claro.
Para concluir, quero lembrar a vocês que não fiquem parados diante disso. Que há 122 anos, a princesa Isabel não aboliu a escravidão. E esse dever é nosso, do povo brasileiro: Vamos abolir essa vergonha.

domingo, 2 de maio de 2010

Do que nos lembraremos?


Hey guys! Que tal o primeiro post do mês de maio? Mês das noivas e, mais importante que isso, do meu aniversário. rs
Bom, embora o post não vá tratar de noivas e nem do meu aniversário, o assunto que abordarei, na verdade faz parte das duas coisas: As lembranças.
Quem não se lembra do dia do próprio casamento? Quem segura um casamento, se não as lembranças? Haha.
E quem não se lembra do meu aniversário? Apanha, né! RS
Enfim... Estava me lembrando aqui, que sou do tempo em que fotos eram tiradas pensando nas lembranças e não nos comentários do orkut...
Também sou do tempo em que o objetivo nas festas era se divertir, bebendo ou não. Ops, acho que não sou desse tempo, não. Não, eu não sou.
Na verdade, eu sou da época em que as fotos, além de serem tiradas só pra irem pro orkut, são fotos CHULAS. Feias, vulgares, escandalosas.
Na verdade, eu sou da época em que os adolescentes veem prazer em drogas, bebida e sexo. Adolescentes que antigamente eram crianças, pois 13 anos de experiência, pra mim não são suficientes para a realização de atos tão adultos.
Será que ninguém se preocupa com as lembranças?
É disso que vamos lembrar no futuro?
Não é sobre isso que quero conversar com os meus filhos. Isso se eu tiver filhos, pois ao passo que anda a humanidade, a família que se torna cada vez mais escassa, tende a se extinguir.
Como se cada um não soubesse o valor da fonte de apoio e carinho que só encontramos na família. É, nós sabemos e mesmo assim, insistimos em destruir lares e famílias. O que está acontecendo?
Está na hora de acordarmos, e nos preocuparmos mais com os valores morais. Agirmos com bom senso para, aí sim, termos coisas boas para serem lembradas!

Um beijo,
e lembrem-se sempre do que escrevi!